Pretende estrear na política em 2020? Então, você vai gostar de saber que reunimos neste artigo as principais informações para você começar a se planejar.

 

O Calendário Eleitoral em 2020

 

  • Convenções partidárias: entre 20 de julho e 5 de agosto;
  • Exibição da propaganda eleitoral gratuita: entre 26 de agosto e 29 de setembro;
  • Eleições municipais: primeiro turno em 4 de outubro, e caso haja segundo turno, será em 25 de outubro.

 

Quais serão os cargos disputados?

 

Vereadores, prefeitos e vice-prefeitos a nível Brasil.

 

O fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais

 

As coligações para eleições proporcionais de deputados e vereadores foram proibidas pela Emenda Constitucional nº 97 de 4 de outubro de 2017. A partir das próximas eleições, partidos só podem se coligar para as disputas nas eleições majoritárias, que contemplam prefeituras (prefeitos), governos dos estados (governadores), Senado (senadores) e Presidência da República (presidente).

Na prática, esta medida visa evitar que um partido transfira votos para candidatos coligados menos votados. Como assim? Era comum que um candidato com grande número de votos, o chamado “puxador de votos”, acabasse elegendo outros de partidos coligados com poucos votos. Por exemplo, o deputado federal Tiririca (PR-SP), que foi reeleito em 2014 com mais de 1 milhão de votos, favoreceu a eleição de mais 5 candidatos para a Câmara.

 

O que isso provocará?

 

  1. Vários vereadores enfrentarão dificuldades para se reelegerem, já que a eleição por coligação está, por ora, descartada. Isso os levará a organizar chapas de candidatos do próprio partido que possuam maior representatividade de votos. E eles pressionarão seus partidos pelo lançamento de candidaturas majoritárias, uma vez que candidatos a prefeitos poderão ajudar a “puxar votos” para as candidaturas proporcionais;

 

  1. Os partidos deverão lançar o máximo de candidatos admitidos, a fim de aumentar as chances de atingir o coeficiente eleitoral.

Segundo o Correio Popular, “com o fim da possibilidade de coligações para vereadores, partidos políticos de Campinas avaliam que em 2020 haverá uma explosão no número de candidatos. Cálculos iniciais indicam que poderá haver em torno de 1,2 mil”.

  1. Enquanto os grandes partidos serão favorecidos, os pequenos terão maior dificuldade de eleger candidatos, sendo que alguns talvez se tornem inviáveis.

 

As regras da disputa eleitoral podem mudar?

 

Sim. Pelo menos 20 propostas estão em tramitação no Congresso Federal, de acordo com matéria do jornal O Tempo Betim. Veja duas delas:

  • A PEC 56/2019 “propõe cancelar as eleições de 2020 e, assim, prorrogar os atuais mandatos de prefeitos e vereadores para 2022, fazendo com que as eleições municipais aconteçam simultaneamente com as eleições gerais”.
  • A PEC 67/2019 propõe que partidos façam coligações para as eleições municipais. De autoria do senador Ângelo Coronel (PSD-BA), a proposta conta com o apoio de 29 senadores.

Para que uma regra mude e entre em vigor para as eleições de 2020, é necessário que ela seja aprovada e sancionada um ano antes da votação, ou seja, até outubro deste ano (2019).

 

Já definiu sua estratégia?

 

Embora estejamos a mais de um ano das disputas, as Eleições Municipais de 2020 já mobilizam a atenção dos partidos. Afinal, a hora de se planejar estrategicamente e reagir às mudanças é agora. E informação é algo indispensável para o sucesso nas urnas.

Ao investir em pesquisas eleitorais, é possível descobrir, por exemplo, quais candidatos majoritários têm viabilidade eleitoral de ser um “puxador de votos” para a chapa proporcional e os lugares onde se concentram o maior potencial de votos. Portanto, se você quer uma campanha eleitoral bem sucedida, fale com os especialistas do Instituto PHD!

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