Pesquisas Eleitorais - Quem é o candidato ideal?

Não é de hoje que os candidatos e partidos investem em estratégias de marketing para criar a imagem mais adequada para os futuros eleitos e para a continuidade das ações partidárias. O marketing abraçou o nicho eleitoral e vem prestando auxílio na otimização de campanhas e na produção da imagem ideal do candidato.

Para isso, os especialistas em marketing (eleitoral e político) devem fazer uso de recursos de pesquisa que forneçam o máximo de informações possíveis sobre os elementos envolvidos no processo eleitoral. A pesquisa eleitoral aplicada, uma das soluções oferecidas pelo Instituto PHD, é essencial no fornecimento de dados sobre o candidato, a sua imagem, o seu público-alvo e sobre outras nuances deste processo – para obter mais informações, visite nossa página de pesquisas eleitorais.

 

Perfil do candidato ideal

O perfil do candidato deve ser elaborado a partir das seguintes premissas:

Foco: O candidato precisa estar coerente com o foco da candidatura, estabelecida com os demais envolvidos no processo (como os copartidários, por exemplo), já que esta é uma forte justificativa pela qual os eleitores devem votar naquele candidato e não nos outros.

Imagem: Esta é uma das maiores preocupações dos envolvidos na otimização da candidatura. A imagem deve estar alinhada, em alto grau de coerência, com o foco da campanha e com suas propostas, bem como com aquilo que o público (eleitores) esperam do candidato. Para isso, é preciso conhecer os seus eleitores a fundo, a partir de pesquisas estratégicas, e de fato, poder oferecer aquilo que eles esperam. Empatia, neste caso, é essencial.

Propostas: A proposta de um candidato (majoritário ou proporcional) deve condizer com o foco e a imagem da candidatura.

Trabalhando a construção destes três componentes (imagem, foco e propostas) o posicionamento estará definido.

 

O Marketing por trás da campanha

Análise SWOT: Esta é uma ferramenta essencial em marketing. Trata-se de um diagnóstico preciso sobre o mercado (eleições), as empresas (partidos) e o produto (candidatos). SWOT significa Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). Em geral é uma ferramenta realizada uma vez por ano, que aponta as mudanças ocorridas na imagem do político ou no cenário social. O objetivo é detectar as características e históricos do candidato, que devem ser minimizadas ou exploradas.

Segmentação do eleitorado: Para conhecer ou interagir com o eleitorado, segmenta-lo pode ser uma ótima estratégia para a criação do perfil ideal do candidato. Isso é feito amplamente no que diz respeito ao mercado. É preciso determinar o público por suas características para entende-lo melhor – sejam demográficas, sociológicas ou de outro aspecto.

Mensagem assertiva: O foco de uma campanha eleitoral é comunicar a mensagem certa para o eleitor certo. Com a segmentação do eleitorado, é possível tornar a campanha mais barata se dirigindo ao público certo do modo mais adequado.

Aspectos do eleitorado: O eleitorado pode ser dividido em três grupo – os eleitores que certamente votarão no candidato (nestes se investem menos recursos e tempo, já que este público já conhece o candidato); os eleitores que estão determinados a não votar no candidato (aqui se investe menos ainda, já que o público rejeita, por muitos motivos, o candidato); e os eleitores que podem vir a votar no candidato (neste caso, eis o “target”, ou eleitorado alvo, em que os recursos devem ser ampliados).

Estabelecer diferenciais: O candidato ideal precisa se diferenciar para ser lembrado. Ser diferente é fundamental para se destacar em uma sociedade repleta de opções. Isso é muito comum no marketing comercial e agora avança nas estratégias eleitorais. É preciso agregar um valor para que o voto seja de fato efetivado pelos eleitores.

Não perca tempo, encomende já a sua pesquisa eleitoral e maximize suas chances de ser eleito!