Com a proximidade das eleições municipais de 2012 para prefeitos e vereadores, o blog do Instituto PHD preparou uma minissérie de artigos para desmistificar o funcionamento das pesquisas eleitorais, a importância das pesquisas eleitorais, e qual o melhor caminho para se ganhar uma eleição. Seja um dos primeiros a receber nossas informações assinando o RSS na barra à direita.

As pesquisas de intenção de voto são um dos tipos mais conhecidos de levantamentos estatísticos feitos com a população. Apenas as pesquisas do Censo do IBGE podem se comparar as pesquisas eleitorais em termos de importância e nível de inserção na mídia. Mesmo assim, muitas pessoas (inclusive políticos e assessores políticos) não sabem como funciona esta modalidade de pesquisa que é tão importante para o marketing político e para os órgãos de mídia.

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, as pesquisas eleitorais não acontecem apenas no período eleitoral. Órgãos de mídia e grupos políticos fazem periodicamente levantamentos sobre popularidade de governantes e candidatos. Claro que na época eleitoral o número de pesquisas políticas aumenta. Em alguns lugares chegam a ser feitas diariamente. Mas aí fica a pergunta: como são feitos estes levantamentos para que não haja distorções nos resultados?

O primeiro passo da pesquisa eleitoral é definir os objetivos operacionais. Algumas pesquisas servem para ver intenção de voto, outras estão focadas na rejeição de candidatos. O tipo de cargo também influencia em como vai ser feita a pesquisa. Nesta hora se define também como fica a ordem dos candidatos na planilha (veja como a ordem pode causar distorções), se os entrevistadores leem o nome dos candidatos e quais são os critérios que acabam definindo as pessoas que participam da pesquisa.

Uma das partes mais importantes em uma pesquisa de intenção de voto é definir os critérios que tornam a pesquisa válida. Define-se uma proporção das pessoas que podem votar através de critérios como sexo, idade, renda e escolaridade são alguns dos que são utilizados quem vai responder as pesquisas. A parte da definição da amostragem precisa ser feito com muito critério, já que alguns perfis tendem a votar em certos candidatos, e não podem em hipótese alguma serem enviesados. Um bom instituto de pesquisas conta muito para um bom resultado.

Passada esta parte e já definida quantas pessoas vão responder as pesquisas, chegamos na hora da apuração de dados. Nesta hora, os entrevistadores verificam se as pessoas se encaixam nos critérios para responder as perguntas através de questões gerais como idade e renda, que servem como filtro. As últimas perguntas são em relação as intenções de voto. Faz-se a pesquisa espontânea e estimulada (veja neste artigo o que significa cada tipo destas abordagens de pesquisa).

Não existe um número único e “cabalístico” de pessoas que se precisa entrevistar para uma pesquisa para presidente, o tamanho amostral varia de acordo com o tamanho da população e precisão estatística que se pretende atingir . A última parte da pesquisa é a apuração dos dados. A partir daí, chega-se às conclusões em relação à opinião das pessoas nas pesquisas eleitorais.

Todo este processo resulta em informações para o público, mídia e políticos. E pode ter certeza que são informações muito valiosas. Se você quiser saber um pouco mais sobre pesquisas eleitorais, entre em contato com o Instituto PHD.

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