Campanha Eleitoral 2016

O bom candidato sabe que não se pode esperar resultados positivos de uma campanha eleitoral feita ao acaso e sem planejamento. Este é o momento de organizar as informações sobre as estratégias de marketing, sobre os eleitores e sobre a sua região de atuação. Faltam alguns meses para as eleições 2016, que irão definir prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todo o país, e é preciso mais do que a garantia de candidatura em um ano de crise como 2015/2016.

Mas como atuar de modo estratégico, suprimindo os efeitos da crise econômica e social enfrentada pelo Brasil e que terão, de uma forma ou de outra, reflexos nesta próxima eleição?

Podemos responder à questão com três termos essenciais: planejamento, pesquisa eleitoral e projeto integrado de alta qualidade. O candidato precisa considerar que a campanha eleitoral contemporânea requer informações estratégicas para um bom diagnóstico, investimentos em inteligência competitiva, foco e um posicionamento assertivo. Isso só ocorre com a contratação de uma equipe especializada, interdisciplinar e com metodologias inovadoras, como o que oferece o Instituto PHD.

 

 

Propaganda versus Marketing

 

O candidato também não pode confundir o marketing com propaganda. A campanha eleitoral não pode ser tida como um projeto de publicidade qualquer – destes que são aplicados para vender sabão em pó. Há a necessidade de estratégia de conceber o candidato não como um “produto”, mas como um agente de solução que entende o eleitor. Há um esforço maior de convencimento – ainda mais em tempos de crise, em que o setor público a cada dia gera descrença entre a população, onde os políticos, cada vez mais,  são percebidos de modo pejorativo e apenas com uma mudança estratégica isso se desfaz.

 

 

Concorrência em tempos de crise

 

Não é incomum percebermos, em tempos de crise, que os ânimos se exaltam e quase tudo é válido para ganhar a visibilidade e a credibilidade do público eleitor. Há mais pessoas na candidatura, oferecendo soluções para problemas existente e eminentes e a concorrência fica mais acirrada.

Tal como um produto, alvo das campanhas de publicidade, o candidato que possui mais atrativos – conhecimento do contexto eleitoral, informações sobre o público-alvo, dados sobre a concorrência, oferta de estratégias positivas, conhecimento sobre os pontos fortes e fracos de sua imagem, etc. – é aquele que terá mais sucesso. As soluções de pesquisa aplicada são essenciais, sejam elas qualitativas ou quantitativas.

 

 

Planejamento estratégico

 

O diagnóstico político e o acompanhamento de campanha são os primeiros passos para o planejamento de um processo eleitoral de sucesso. E para isso, a pesquisa aplicada deve ser realizada por uma equipe eficiente e de profissionais gabaritados em áreas integradas. Um projeto de pesquisa eficiente é um trunfo para o candidato às eleições em meio à crise.

No entanto, uma pesquisa direcionada por pessoal não capacitado pode ser desastroso. Logo, o custo-benefício oferecido pelo Instituto PHD é muito atrativo, considerando as garantias e vantagens – para saber mais sobre a pesquisa eleitoral, acesse este link.

O que é possível perceber com a pesquisa eleitoral?

  1. Imagem das principais figuras políticas/ Índices de rejeição
  2. Estudo das principais lideranças
  3. Estudo de alianças/ formação de coligações
  4. Estudo de possíveis cenários e transferências de voto
  5. Avaliação do governo/ governantes
  6. Levantamento das principais necessidades/ prioridades da população
  7. Levantamento de temas para os planos de governo
  8. Análise avançada do perfil dos candidatos e perfil do candidato ideal

 

 

A voz e o perfil do eleitor

 

Saber ouvir o eleitor e conhecê-lo a fundo é uma estratégia muitas vezes deixada de lado pelo candidato que disputa as eleições, por mais paradoxal que isso possa parecer. Em tempos de crise, não há espaços para candidatos que não se importam com o seu público-alvo – isso seria o mesmo que dizer que certos candidatos não se importam com os resultados.

Assim como um consumidor, o eleitor, cidadão que faz uso dos recursos e serviços públicos por direito, possui anseios e demandas e um perfil complexo que expressa quais as estratégias que devem ser consideradas. Para isso, basta que o candidato tenha as informações necessárias sobre os seus eleitores e que faz uso de soluções de pesquisa confiáveis e claras em seu planejamento.

 

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