Arquivo do Autor: Blog PHD

Como são formuladas as coligações políticas

Enquanto a período eleitoral ainda não começa (pelo menos para os eleitores!), os grupos políticos acabam se organizando para ver quem ficará ao lado de quem nas eleições. No caso das eleições municipais (que acontecerão este ano – veja o calendário eleitoral 2012), as alianças acabam sendo muito abertas. Como não há “hierarquia de cargos” (ex: presidente mais importante que governador), cada partido de cada cidade acaba fazendo a ligações políticas que acha mais conveniente. Até partidos de esquerda acabam se coligando com partidos de direita em cidades menores. É justamente sobre este processo de coligações que vamos falar hoje.

Como são feitas as coligações em eleições municipais?

O ambiente político no Brasil é bem heterogêneo. Um partido que pode ser o dominante em uma cidade pode ser insignificante em um município vizinho. Cabe a estes partidos que não detém grande parte do poder político se juntarem a outros para conseguir ganhar as eleições. Esta é a principal motivação de uma coligação: ter mais força e espaço durante a campanha eleitoral para poder ter mais condições de ganhar uma eleição.

Mas cuidado, coligações não podem ser feitas de qualquer forma!

Como fazer coligações partidáriasHá sempre a preocupação de não coligar com políticos com ideologias muito adversas, mesmo que através de uma pesquisa eleitoral identifiquemos um perfil complementar dos candidatos, a população nunca aceitará que duas pessoas que sempre foram como água e vinho, situação e oposição, por exemplo, se unam. Certamente um dos lados sairá perdendo.

As coligações podem ser feitas com a formulação da chapa que vai concorrer as eleições. Ex: candidato a prefeito do partido A + candidato a vice-prefeito do partido B. Elas também podem ser formadas com vereadores que apoiam o prefeito. Ainda há a negociação de partidos que apoiam a coligação conseguir alguma secretaria se a chapa for vencedora nas eleições. Tudo é válido, se a pesquisa eleitoral indicar um aumento significativo de intenções de votos. Mas cuidado de novo: sempre deve haver coerência.

Há grandes problemas a serem resolvidos na hora de uma formulação de coligação política.

O primeiro deles é ideológico. É preciso verificar se a junção de dois ou mais partidos com plataformas e estatutos tão diferentes não acabem causando uma rejeição no eleitorado. Dois grandes exemplos: o primeiro foi a chapa do presidente Lula na eleição que ganhou em 2002. José Alencar era do PL, partido muito diferente do PT. Mesmo assim, só com esta aliança é que Lula venceu. O segundo caso foi a procura de Gilberto Kassab do recém-formado PSD para apoiar o PT nas eleições municipais deste ano. O acordo acabou não sendo fechado.

Outro problema é na hora da própria negociação dos cargos. Todo mundo quer os melhores cargos. Então é preciso muita negociação para conseguir se chegar a um acordo de quem será candidato ao cargo eletivo, a vice e quem só ajudará na eleição ao executivo. Sabe o que pode ajudar nesta decisão? Claro, as pesquisas.

Como as pesquisas ajudam a resolver problemas de coligação

No caso do problema de coligações com ideias distintas, uma pesquisa para ver a reação do público em relação a isso pode ser muito importante na hora de decidir se faz ou não uma coligação. A melhor pesquisa neste caso seria uma enquete para ver o que as pessoas pensam da união de partido A+B e do índice de aceitação e rejeição dos pré-candidatos. O estudo da imagem nesse caso, de acordo com o perfil do eleitorado, é essencial!

No segundo caso, a questão pode ser resolvida com uma pesquisa de popularidade. Obviamente, o partido que tiver mais força no município deve ter o candidato a prefeito. Uma enquete para saber qual é o candidato mais adequado pode ajudar a resolver esta discussão.

Se você está nesse dilema, não perca tempo e entre em contato com o Instituto PHD para obter as informações mais precisas para sua tomada de decisão!

Publicado em Pesquisas Eleitorais, Pesquisas Quantitativas, Pré-Eleições | Deixar um comentário

Reportagem sobre Clima Organizacional com citação ao Instituto PHD

Não faz muito tempo, a Revista Bares e Restaurantes edição 84 publicou uma reportagem que utilizou um dos nossos consultores como fonte (em breve será disponibilizada no blog!). Esta não foi a única publicação recente que fez referência ao nosso instituto. A Revista Líder Capital utilizou um conteúdo escrito no texto que explicava O que é Clima Organizacional. O conteúdo deste texto foi citado para em uma reportagem sobre o assunto. Aproveitando esta situação, vamos falar um pouco mais sobre o assunto e também falar da reportagem desta revista.

Como funcionam as Pesquisas de Clima Organizacional

Só para lembrar: o que é mesmo clima organizacional?!

Para quem ainda não sabe o que é clima organizacional, nós vamos explicar. Clima organizacional nada mais é do que a medida do quão bom está sendo o ambiente em uma empresa. Entre as medidas que caracterizam o clima organizacional estão a satisfação dos funcionários em relação ao trabalho na empresa, o quanto estes funcionários estão rendendo e como os empregados se relacionam entre si e com superiores mais próximos.

O clima organizacional é medido através de pesquisas de satisfação de funcionários. São através destes levantamentos que é possível perceber quais são os pontos fortes e fracos dentro do ambiente de trabalho. A melhor forma de melhorar o clima dentro de uma empresa é fazendo o diagnóstico que quais são as fraquezas e insatisfações em relação aos funcionários.

Detalhes como, por exemplo, o quão satisfeitos os funcionários estão com a refeição oferecida dentro da empresa, o grau de satisfação em relação ao salário/benefícios e se estão contentes ou não com as pessoas que convivem no ambiente corporativo, já fazem muita diferença. Imagine que os funcionários acham a comida muito repetitiva nas refeições. Isto pode gerar reclamações e atrapalhar o trabalho. Parece brincadeira, mas uma comida bem servida pode mudar o humor de muita gente! Se este tipo de problema for diagnosticado em uma pesquisa realizada dentro das empresas, não há dúvida de que a tendência é a produtividade aumentar a partir do momento que esta questão é sanada.

 

O que falou a reportagem da Líder Capital sobre clima organizacional

A matéria na qual foi utilizada uma citação do Instituto PHD fala justamente sobre a importância de se ter funcionários satisfeitos. Como exemplo, usou uma empresa catarinense no ramo de decoração. Esta empresa está trabalhando para melhorar o clima organizacional usando táticas como cadastrando funcionários em planos de saúde e também investindo na educação de quem trabalha na empresa.

Além disso, a matéria apontou alguns fatores que ajudam a identificar como está o clima na sua empresa. São os seguintes: estratégia e gestão, liderança, cidadania empresarial e práticas. Neste último quesito estão inclusos carreira, desenvolvimento, remuneração e saúde. Se você quiser ver a matéria completa da revista Líder Capital, clique no link a seguir (página 24) http://www.acif.org.br/revista-lider-capital/edicao-50.

Se quiser saber mais sobre clima organizacional, e descobrir a melhor metodologia para sua empresa, entre em contato com o Instituto PHD.

 

Publicado em Clima Organizacional, Dicas PHD, Pesquisa de Satisfação, Pesquisas Quantitativas | Deixar um comentário

Saiba mais um pouco sobre pesquisa de satisfação do cliente

Precisa realizar pesquisas de satisfação? Entre em contato hoje mesmo e saiba quais os melhores modelos de pesquisa para seu negócio!

Há duas semanas o blog do Instituto PHD mostrou porque a pesquisa de satisfação do cliente é essencial para quem deseja ter sucesso nos negócios. Naquele artigo mostramos o que é pesquisa de satisfação e quais são as situações nas quais esta categoria de pesquisas ajuda a quem tem uma empresa. Hoje, vamos falar mais um pouco sobre esta categoria de pesquisas e mostrar alguns exemplos em que ela é decisiva para os negócios. Todos os casos foram retirados de notícias recentes da mídia.

Satisfação do Cliente Garantida

Metrobus (Goiás) – A Metrobus é a empresa que presta serviço de transporte coletivo em Goiânia. No último dia 28 de março, a empresa divulgou os resultados de uma pesquisa de satisfação com os clientes. Nesta pesquisa, cerca de mil usuários do transporte público goiano responderam qual o grau de satisfação com os quesitos segurança e modo de dirigir. No primeiro quesito a nota foi 6,16, e no segundo, o modo de dirigir, foi 8,42. As notas da empresa variavam de 6 a 10.

Este valor mostra que o público que usa o transporte coletivo em Goiás está preocupado com o quesito segurança nos ônibus e que o modo de dirigir dos motoristas está sendo aprovado pelas pessoas. Com esta pesquisa, já se sabe em quais quesitos devem ser feitos os próximos investimentos nos ônibus do estado. Ou seja, a pesquisa de satisfação ajudou os administradores do serviço prestado a saber para onde destinar as verbas dentro do  setor.

Cosméticos – Outra pesquisa divulgada recentemente levantou qual é o nível de satisfação de clientes em relação a produtos de beleza. Para esta pesquisa foram listados diversos produtos e foi feita a pergunta “você está satisfeita com este produto?”. Nos resultados da pesquisa, os produtos para cabelo estavam no topo da lista de aprovação. Enquanto os bronzeadores eram os produtos em último lugar. Também foram levantados diversos fatores que influenciam na compra dos clientes, como preço e qualidade.

Este tipo de pesquisa serve para mostrar quais são os tipos de produtos que poderiam ter uma melhor inserção no mercado. Afinal, os clientes estão muito mais abertos a inovações quando estão insatisfeitos com os produtos atualmente no mercado. Além disso, também é possível ver quais fatores influenciam a compra dos clientes. Isto pode ajudar em ações de marketing a serem realizadas posteriormente para obter melhor alcance das campanhas publicitárias sobre o público alvo de consumidores dos produtos.

Como vocês puderam ver nos dois exemplos mostrados acima, não seria possível ter informações tão valiosas a respeito do consumo de produtos se não fossem feitas estas pesquisas de satisfação com os clientes. Este tipo de levantamento é essencial para quem deseja ter sucesso nos negócios. Afinal, conquistar o cliente é um passo para o sucesso.

Se você quiser saber mais sobre pesquisas de satisfação de clientes, entre em contato com os consultores do Instituto PHD.

 

Publicado em Análise de Concorrência, Pesquisa de Satisfação | Deixar um comentário

3 mitos sobre acreditar ou não acreditar nos resultados de Pesquisas Eleitorais

Vai chegando a época das eleições (no caso de 2012, eleições municipais) e os debates em relação aos levantamentos estatísticos vão ficando mais acirrados, como sempre! Apesar do número de descrentes ter diminuído com o passar dos anos e os institutos de pesquisa terem se consolidado, ainda há algumas pessoas que dizem não acreditar nas pesquisas eleitorais. E de vez em quando as discussões voltam à tona através dos próprios políticos. Mas e aí? Você deve acreditar ou não nas pesquisas eleitorais?

Hoje vamos expor alguns argumentos utilizados pelas pessoas que dizem que todas as pesquisas eleitorais são “furadas”. Dentre eles estão o que nem todas as pessoas são entrevistadas, que os institutos de pesquisa podem manipular o resultado de uma pesquisa, e que de vez em quando as pesquisas acabam errando os resultados finais das eleições. Vamos discutir brevemente sobre cada um destes argumentos agora:

1 – Como uma pesquisa pode ser válida se nem todas as pessoas são entrevistadas?

A resposta para esta questão está na metodologia da pesquisa. Para fazer qualquer tipo de levantamento quantitativo que precisaria ouvir um grande número de pessoas, é realizado um cálculo que permite a criação de uma amostragem (percentual de perfis de pessoas que vale por um todo). Claro que, se fosse possível, sempre ouviríamos a opinião de todas as pessoas, mas isso obviamente é inviável por uma questão de tempo e dinheiro. Mas acreditem: a estatística é uma ciência que, se aplicada da forma correta, retorna resultados suficientemente (e incrivelmente) precisos.

Esta amostragem é criada com base científica e permite que se tenha noção da totalidade , mesmo falando apenas com certo número de pessoas. O exemplo da pesquisa para presidente é bem ilustrativo: normalmente são ouvidas 3 a 4 mil pessoas em um universo de mais de 100 milhões de eleitores, e raramente há erros nos resultados, exceto, é claro, os já estimados a priori. Os dois dois links abaixo explicam melhor  o assunto.

Veja mais sobre escolha de amostragem

Porque nunca fui entrevistado em uma pesquisa

Manipulação de Pesquisas Eleitorais

2 – Institutos de pesquisa podem manipular os resultados de uma pesquisa.

Esta questão é bem polêmica. Este argumento baseado na confiabilidade segue a teoria de que as pesquisas eleitorais poderiam influenciar o voto dos eleitores. E para ganhar as eleições, alguns grupos políticos fariam com que institutos de pesquisa manipulassem resultados das pesquisas eleitorais. Porém, na  realidade, mesmo que existisse esta vontade por parte dos institutos, seria difícil realizar esta manipulação.

Normalmente, diversos órgãos trabalham com pesquisas eleitorais. Seria muito fácil identificar algum instituto de pesquisa que tivesse resultados fora da realidade. E para estes casos, o TSE aplica multas pesadíssimas. Não valeria a pena nem para candidatos, nem para institutos de pesquisas fazer tal jogada.

Vale lembrar que é bom confiar em resultados de institutos de pesquisa que são filiados ao Conselho Regional de Estatística – CONRE e demonstram idoneidade.

3 – Ás vezes, institutos erram as pesquisas eleitorais.

Tese furada. É mais raro do que se imagina um instituto de pesquisa errar um resultado de eleição. Tanto que existe a teoria de que os levantamentos estatísticos influenciam os votos na urna. O que acontece em relação a erros em pesquisa normalmente está na margem estipulada (os famosos pontos percentuais para mais ou para menos) no resultado das pesquisas. Fora isso, o que pode acontecer é mudança de opinião do eleitorado. Ou seja, institutos sérios, e com estatísticos devidamente capacitados não erram como os críticos falam.

 

 

Publicado em Dicas PHD, Pesquisas Eleitorais, Pesquisas Quantitativas, Pré-Eleições | Deixar um comentário

Pesquisas e Jornalismo: como os números ajudam nas notícias

Quando se pensa em alguma pesquisa, a primeira coisa que vem a mente na cabeça da maioria das pessoas é algum levantamento que já acabou saindo na mídia. Seja uma pesquisa eleitoral, uma pesquisa de opinião pública ou testes qualitativos feito com um grupo de pessoas. Este tipo de atividade sempre ajuda a explicar porque o mundo funciona do jeito que funciona. Por isso, quem trabalha na produção de conteúdo sempre conta com pesquisas como aliada.

Quando vão produzir uma reportagem, procurar uma pauta ou tentar entender o funcionamento do que acontece no mundo, os jornalistas sempre buscam algum número ou estudo para dar credibilidade às informações. E neste trabalho os levantamentos feitos por institutos ajudam e muito na construção de matérias em jornais, revistas, TV e internet. Hoje nós vamos mostrar como as pesquisas ajudam nas notícias que acompanhamos todos os dias.

Pesquisas para Mídias Impressas

Alguns tipos de pesquisas que viram notícias

Pesquisa eleitoral: com certeza é o tipo de pesquisa mais explorado pela mídia. Quando se chega ao período eleitoral, as pesquisas de intenção de voto são sempre divulgadas pelos jornais, revistas e TV. Em alguns períodos, as atualizações chegam a ser diárias. Claro que por trás do que é divulgado na mídia, há sempre um instituto de pesquisas trabalhando para ver como o eleitorado está se comportando em relação a intenção de votos.

Pesquisas de opinião pública: pesquisas de opinião do público em relação a temas polêmicos também são utilizadas em notícias. Periodicamente, podem ser vistas notícias que falam sobre levantamento feitos com as pessoas em relação a assuntos como aborto, virgindade e outras discussões. Amenidades como “Para qual time você torce?” também acabam virando notícias. Neste sentido, os números acabam dando subterfúgio para a criação de conteúdo.

Como os institutos de pesquisa trabalham nas notícias

Como dito antes, as TVs, jornais e revistas não tem como cuidar do processo da criação de notícias. Por isso, acabam encomendando as pesquisas (sejam eleitorais ou de opinião pública) para institutos de pesquisa. Salvo casos como o Vox Populi (instituto do jornal O Estado de S.Paulo) e o Datafolha (da Folha de S.Paulo), os órgãos de mídia recorrem a institutos. No próprio site do Instituto PHD é possível ver alguns exemplos de pautas que acabaram saindo de encomendas para o Instituto de Pesquisas. Para isso, o Instituto PHD desenvolveu um produto especializado, chamado Flash PHD, focado em informações rápidas para mídias impressas.

Como vocês puderam ver na postagem de hoje, as pesquisas são uma ferramenta muito útil para jornalistas e os institutos de pesquisas ajudam muito na hora de explicar como funcionam os fatos. Se você quiser saber mais detalhes sobre pesquisas e criação de notícias, entre em contato com o Instituto PHD.

 

Publicado em Mídias Impressas, Pesquisas Eleitorais, Pesquisas Qualitativas, Pesquisas Quantitativas | Deixar um comentário

Por que as pesquisas de satisfação são essenciais para o seu produto

Satisfação do Cliente

Saber o que um cliente pensa e deseja é o primeiro passo para se conseguir sucesso nos negócios. Afinal, como você vai querer conquistar o público com os seus produtos e serviços se não há possibilidade de saber se eles estão satisfeitos com a sua marca? Para conseguir descobrir de fato quais são as ações que a sua empresa tem de tomar, é de suma importância realizar as pesquisas de satisfação. Mas antes de tudo, vamos explicar o que é uma pesquisa de satisfação.

O que é uma pesquisa de satisfação: as pesquisas de satisfação são levantamentos estatísticos feitos para as empresas saberem o quanto os clientes estão aprovando os produtos e serviços oferecidos por elas. É uma pesquisa relativamente simples: normalmente as perguntas estão relacionadas com o nível de satisfação do produto. Isto é feito através de notas (0 a 10, 1 a 5 etc) ou respostas objetivas (sim ou não). No fim das pesquisas há espaço para informações adicionais.

Importância das pesquisas de satisfação

Pesquisa de Satisfação do ClienteAs pesquisas de satisfação auxiliam na hora de se pensar em mudanças nos produtos e na avaliação dos serviços oferecidos. Afinal, verificar apenas o aumento ou decréscimo de vendas pode não significar que os clientes estão satisfeitos com os produtos. E melhor ainda, ter em mãos os resultados de pesquisas de satisfação ajuda a corrigir eventuais erros que poderiam derrubar o índice de vendas de produtos. As pesquisas de satisfação têm influência na forma que o produto é oferecido, na faixa de preço que ele é comercializado, em mudanças estéticas (tamanho, quantidade e outros) e também no lançamento de outros produtos. Os resultados das pesquisas de satisfação ajudam a minimizar as chances de erros em produtos. Vejam alguns exemplos hipotéticos dos usos das pesquisas de satisfação:

  • uma empresa que vende salgadinho pode verificar se o tamanho das embalagens é satisfatório para os clientes. No caso de uma resposta negativa, pode aumentar ou diminuir os pacotes;
  • uma empresa prestadora de serviços pode ter uma avaliação se os funcionários (tanto prestadores de serviço como no call center) estão atendendo da forma correta os clientes. Uma insatisfação pode gerar novas orientações de atendimento ou mesmo troca de funcionários;
  • quando uma empresa vai lançar um novo produto, ela já vai ter informações em relação aos maiores trunfos e defeitos da versão anterior deste produto. Isto pode ajudar a melhorar o produto lançado.

Como vocês puderam ver, há muitos usos para as pesquisas de satisfação de clientes. São questões simples, mas que você só resolverá através de uma pesquisa de satisfação! Toda empresa que deseja melhorar (e conquistar mais clientes) precisa estar atenta para o que as pessoas pensam delas. E isto é possível com esta categoria de pesquisa.

Se você quiser saber mais sobre as pesquisas de satisfação do cliente, converse com o Instituto PHD.

 

Publicado em Pesquisa de Satisfação, Pesquisas de Mercado, Pesquisas Qualitativas, Pesquisas Quantitativas | Deixar um comentário

Fase de Pré-candidatura: o que é e como as pesquisas participam do processo

Pesquisas de Pré-Eleição 2012O primeiro semestre de um ano eleitoral tem como um dos principais assuntos a escolha dos candidatos aos cargos eletivos do segundo semestre. Neste período, as coligações (algumas ainda se formando) e partidos são obrigados a entrar em um consenso para poder apoiar com força máxima o candidato escolhido na maratona que são as eleições. Este ano também conta com uma fase de pré-candidatura bem agitada no cenário político nacional, é preciso sempre estar atento ao calendário eleitoral 2012.

Só para citar um exemplo, o cenário político em São Paulo está sendo agitado pela disputa dos pré-candidatos a uma vaga nas eleições. De um lado, o PT já escolheu desde o começo do ano Fernando Haddad em detrimento a outros candidatos como Eduardo Suplicy e Marta Suplicy. Do outro lado, o PSDB está quase fechado em apoiar José Serra nas eleições deste ano, mas tem que aparar arestas internas em relação a esta situação.

As pré-candidaturas acontecem não só em cargos do executivo. Para disputas no legislativo também existe muita discussão sobre quem é o melhor candidato. Apesar de não haver uma limitação de números de candidatos de partidos, as legendas não gostam muito da ideia de fragmentar recursos e votos entre muitos candidatos. Por isso, acontece este filtro.

Como acontecem as escolhas de um pré-candidato

Basicamente, as escolhas de pré-candidatos acontecem através de reuniões internas das coligações. Na grande maioria das vezes, alguns pré-candidatos abrem mais da disputa  - um dos motivos que mais influencia esta decisão são as pesquisas. Já quando não há acordo, acontecem eleições internas em conferências partidárias. A partir dos resultados destas prévias não há mais o que discutir: o candidato está escolhido.

Como funcionam as pesquisas de pré-candidato

Pesquisas de pré-candidato é um termo que abrange duas situações: pesquisas gerais que mostram quais são os pré-candidatos que têm mais qualidades e se encaixam melhor nos perfis escolhidos pelo partido para as eleições e a pesquisa interna para saber quais são os pré-candidatos que têm mais prestígio dentro da cúpula partidária na pré-eleição.

Estas pesquisas são decisivas não só na escolha de um pré-candidato, como também ajudam os partidos a escolherem o candidato com maior chance de vitória nas eleições, e de quebra auxiliam na escolha de vices-prefeitos. Só para citar um exemplo: Em 2010, o PT nunca iria abrir mão de um candidato ligado ao então presidente Lula. Como ele tinha grande prestígio popular na época, o perfil certo de candidato é alguém do setor do partido que lembrasse a imagem dele.

Claro que este exemplo mostra uma situação bem clara. Mas há alguns fatores que são mais sutis. Tem cidades que candidatos mais jovens levam vantagem por causa do perfil do eleitor. E isto só uma pesquisa feita na fase de pré-candidatura pode ajudar.

Se você quiser saber mais informações sobre pesquisas eleitorais de pré-candidatura, entre em contato com o Instituto PHD.

 

Publicado em Pesquisas Eleitorais, Pré-Eleições | Deixar um comentário

Lei da Ficha Limpa passa a valer para as Eleições 2012

Depois de quase quatro anos de debates e muita luta popular, finalmente a Lei da Ficha Limpa passa a valer por completo para as eleições deste ano. A última barreira para a execução da lei foi ultrapassada neste mês de fevereiro, quando o STF aprovou a validação da aplicação total da Ficha Limpa. Agora a Ficha Limpa é uma lei considerada constitucional. Ou seja, está oficialmente na constituição brasileira. Veja detalhes sobre a lei aqui no blog do Instituto PHD.

Lei da Ficha Limpa

O que é a lei da Ficha Limpa

A lei da Ficha Limpa é uma lei de iniciativa popular que nasceu com o trabalho de organizações como o MCCE (Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral) e a Abracci (Articulação Brasileira Contra a Corrupção e Impunidade). Entidades como estas ajudaram na coleta de 1,3 milhões de assinaturas de pessoas. Este valor corresponde a 1% dos eleitores brasileiros. Graças a esta quantia de assinaturas, a Ficha Limpa foi para votação no Congresso e Senado.

Com a população interessada na idoneidade de seus futuros representantes, os políticos aprovaram a lei. Mas alguns candidatos (que seriam prejudicados) entraram na justiça e conseguiram a suspensão temporária de alguns itens. Só agora que o STF finalmente aprovou a lei por completo.

 

O que diz a lei da Ficha Limpa

Lei da Ficha LimpaA lei da Ficha Limpa prevê a inegibilidade de candidatos que tenham problemas pendentes na justiça e que tenham renunciado ao cargo no meio de algum processo de cassação. Além disso, candidatos que tenham contas reprovadas enquanto estavam em cargos públicos. Ex: um prefeito que tenha a prestação de contas rejeitada não pode se candidatar a reeleição.

Alguns pontos estavam em discussão na lei da Ficha Limpa. O primeiro deles é o argumento de que a lei infringia a presunção da inocência, já que punia candidatos antes deles serem julgados. O STF considerou que a lei não atinge este princípio, pois vale para pessoas que estão condenadas e em recurso contra a decisão.

Outro questionamento que causou polêmica é em relação ao prazo que a lei passaria a valer. Muitos políticos consideraram a lei rígida ao “pegar erros do passado” e conseguiram se reeleger mesmo com problemas em um período de 8 anos antes das eleições. Este argumento foi totalmente derrubado.

Ainda existiam outros pontos discutidos na lei como a questão da possibilidade da lei não valer para candidatos que renunciaram a cargos políticos. Agora com os ajustes e aprovação final da lei, não há mais discussão: candidatos com problemas na justiça em até 8 anos antes das eleições não poderão concorrer ao pleito. Apesar de ter sido um pouco modificada desde o projeto original, a aprovação da Lei da Ficha Limpa é uma vitória da população brasileira contra a corrupção. Nas palavras do Ricardo Lewandowski, presidente do TSE:

Agora, temos critérios objetivos que permitem eliminar os que não estão aptos em função de uma vida pregressa desabonadora

 

Publicado em Lei da Ficha Limpa, Pesquisas Eleitorais | 4 comentários

A importância da análise de concorrência ao abrir um novo negócio

Como ser melhor que o Concorrente?Antes de abrir um empreendimento, é preciso analisar o que há de bom e ruim no nicho de mercado em que você vai atuar. Esta é uma regra que se seguida corretamente pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa. Mas quais são os itens que devemos olhar na concorrência para ter sucesso nos negócios? E quais metodologias devemos utilizar para obter informações valiosas? É isto que você verá hoje na postagem do blog do Instituto PHD.

Quais são as utilidades de uma análise de concorrência:

A primeira coisa que vem na cabeça das pessoas quando se fala em análise de concorrência é querer saber “para que servem?” Basicamente, há dois eixos que são seguidos em análise de concorrência. O primeiro lida com análise quantitativa e ajuda a identificar alguns detalhes relacionados ao público-alvo do negócio, melhor localização de trabalho e também para listar os principais concorrentes. A análise de concorrência também é analisada qualitativamente. Neste caso, você pode identificar as melhores ações para ser tomadas para ter sucesso nos negócios:

 

Pesquisa quantitativa de Análise de Concorrência:

Para saber quais são as melhores estratégias para conseguir ter sucesso nos negócios, é fundamental olhar para a concorrência. Isto é feito quantitativamente através da identificação de quais são as empresas que atuam (com sucesso ou não) na área em que você vai investir. Depois de identificar os concorrentes, diversos fatores são analisados em relação a eles. Só para citar alguns: localização das lojas (bairro, local da rua, outros comércios próximos), tipo de cliente que frequenta e tipo de demanda para se abrir estes estabelecimentos. Através destes dados, você consegue iniciar uma estratégia mais assertiva.

 

Pesquisa qualitativa de Análise de Concorrência:

Se a pesquisa quantitativa ajuda a você ter uma base de quais as melhores opções do que fazer, a pesquisa qualitativa ajuda a ensinar o que não fazer, e principalmente explorar as falhas dos seus concorrentes. Na pesquisa qualitativa, busca-se analisar os principais acertos e erros dos concorrentes. Só para se ter uma ideia, um dos tipos de pesquisas que mais são utilizadas nesta abordagem é a de Cliente Misterioso. Neste tipo de pesquisa, uma pessoa (cliente oculto) vai utilizar os serviços da concorrência e faz uma análise geral dos principais acertos e erros destas empresas. É claro que você terá essas informações, e fará uso dos acertos para melhores práticas, e dos erros para provar ao cliente que seu serviço/produto é melhor que o da concorrência.

 

Estes tipos de pesquisa dão uma base informativa que é muito importante para quem está iniciando um negócio e pra quem está enfrentando problemas de concorrência. Só com estas informações que será possível repetir os acertos dos concorrentes e se diferenciar não repetindo os erros deles. Se você quer saber mais informações sobre como são feitas as pesquisas de Análise de Concorrência, fale com os especialistas do Instituto PHD.

 

Publicado em Análise de Concorrência, Cliente Misterioso/Oculto, Pesquisas de Mercado, Pesquisas Qualitativas, Pesquisas Quantitativas | Deixar um comentário

A importância das pesquisas qualitativas nas eleições

Formação para Focus GroupNa época de eleições, o tipo de pesquisa mais divulgado é a quantitativa. É através dela que se descobre quem está na frente nas disputas pelos cargos públicos, quais são os melhores pré-candidatos, e quais devem ser os vices-prefeitos, por exemplo. Porém, o grande público não sabe a importância de outro tipo de pesquisa no período eleitoral: a qualitativa. É através deste tipo de pesquisa que candidatos e grupos políticos montam estratégias para as campanhas eleitorais.

 

Diferenças entre pesquisas quali e quanti nas eleições

Enquanto a pesquisa quantitativa ajuda aos candidatos a mensurarem o quão populares eles estão em relação as intenções de voto, as pesquisas qualitativas ajudam aos grupos políticos a definirem quais são as melhores estratégias na hora de conquistar os eleitores. Alguns métodos são bem utilizados em pesquisas qualitativas para as eleições como Focus Group, de vidros espelhados e de grupo homogêneo e heterogêneo.

Pesquisa Focus Group Eleitoral

Pesquisa Focus Group eleitoral

A pesquisa de Focus Group eleitoral é feita para se discutir quais são as reações a diversos tipos de estratégias que os candidatos têm como projetos para a campanha eleitoral. Neste tipo de pesquisa qualitativa, é comum utilizar os resultados de uma quantitativa anterior para formar grupos de pessoas (geralmente um grupo de pessoas que votariam no candidato e outro de eleitores que não votariam), as quais se reúnem em uma sala e são apresentadas à propostas eleitorais, temas de campanha e até materiais de divulgação. Normalmente, um psicólogo media a conversa. É através deste conteúdo que os políticos verificam se as ideias estão no caminho certo.

 

Pesquisas em salas de vidros espelhados (one-way)

Sala de Espelho Focus Group

Não tem muita diferença da pesquisa de grupo de discussão. A dinâmica é a mesma. O grande diferencial da pesquisa de vidros espelhados é a presença de marketeiros políticos, assessores e até o próprio candidato através de um vidro espelhado. Apesar dos pesquisados serem avisados que estão sendo observados, eles não conseguem visualizar por trás do vidro. Este tipo de pesquisa também pode ser feita utilizando circuitos de TV. O Instituto PHD viabiliza, caso seja de interesse do candidato, a propagação do vídeo através de streaming online.

 

Pesquisas de grupo homogêneo e pesquisas de grupo heterogêneo

Também seguem a linha do Focus Group. A grande diferença da classificação destas duas pesquisas é em relação aos tipos de pesquisados escolhidos. Enquanto nas pesquisas de grupo homogêneo são escolhidas pessoas que são agrupadas por diversos motivos em especial, nas pesquisas de grupo heterogêneo as pessoas que são escolhidas justamente pelas suas diferenças. O segundo tipo de pesquisa citado costuma ser muito mais turbulento e polêmico – mas são os mais interessantes e informativos!

Grande parte das mudanças em plataformas políticas se deve a resultados de pesquisas qualitativas contratadas por grupos políticos. No período anterior às eleições, é muito grande o número de levantamentos deste tipo. Só nada é divulgado, sob pena de expor  ao público as ideias dos candidatos que foram rejeitadas. Se você deseja saber mais informações sobre as pesquisas qualitativas aplicadas no período eleitoral, entre em contato com o Instituto PHD.

 

Publicado em Pesquisas Eleitorais, Pesquisas Qualitativas | 3 comentários